Magnésio: para que serve, quanto consumir e onde encontrar

O magnésio participa de centenas de reações no organismo. Veja quanto precisamos por dia, quais alimentos são boas fontes, sinais de deficiência e quando suplementos exigem atenção.

Sementes, castanhas, folhas verdes, feijão e outros alimentos naturalmente ricos em magnésio dispostos sobre uma mesa.

O magnésio costuma aparecer em conversas sobre cãibras, sono ou suplementos, mas sua importância vai muito além dessas situações. Ele é um mineral essencial envolvido em centenas de processos que mantêm células, músculos, nervos, ossos e o sistema cardiovascular funcionando adequadamente.

Na maioria das pessoas, uma alimentação variada pode fornecer boas quantidades do mineral. Sementes, castanhas, feijões, folhas verde-escuras e cereais integrais estão entre as principais fontes.

A dúvida começa quando encontramos diferentes números de ingestão diária ou promessas de que determinado suplemento resolveria problemas de sono, pressão, glicemia, cansaço ou desempenho. Para entender o que realmente sabemos, é preciso separar as funções essenciais do mineral dos benefícios terapêuticos que ainda estão sendo estudados.

Para que serve o magnésio?

O magnésio é cofator de mais de 300 sistemas enzimáticos. Em termos simples, isso significa que numerosas enzimas dependem dele para realizar corretamente suas funções.

Entre seus principais papéis estão:

  • participar da produção de energia;
  • auxiliar na síntese de proteínas;
  • contribuir para a função dos músculos e nervos;
  • participar do controle da glicose;
  • colaborar com mecanismos envolvidos na regulação da pressão arterial;
  • participar da formação e manutenção dos ossos;
  • contribuir para a síntese de DNA e RNA;
  • ajudar no transporte de cálcio e potássio através das membranas celulares;
  • participar de processos relacionados à contração muscular e ao ritmo cardíaco normal. (ODS)

Um adulto possui aproximadamente 25 g de magnésio no organismo. Cerca de metade a 60% está armazenada nos ossos, enquanto a maior parte do restante encontra-se em tecidos moles. Menos de 1% fica no soro sanguíneo. (ODS)

Portanto, falar que o magnésio “serve para os músculos” é correto, mas incompleto. Ele participa simultaneamente de processos metabólicos, estruturais, neuromusculares e cardiovasculares.

Quanto magnésio precisamos por dia?

Não existe uma única quantidade válida para toda a população.

Nas Dietary Reference Intakes utilizadas pelo NIH, as recomendações para adultos variam conforme idade, sexo e fase da vida. (ODS)

GrupoMagnésio por dia
Homens de 19 a 30 anos400 mg
Mulheres de 19 a 30 anos310 mg
Homens de 31 a 50 anos420 mg
Mulheres de 31 a 50 anos320 mg
Homens com 51 anos ou mais420 mg
Mulheres com 51 anos ou mais320 mg
Gestantes de 19 a 30 anos350 mg
Gestantes de 31 a 50 anos360 mg
Mulheres em lactação de 19 a 30 anos310 mg
Mulheres em lactação de 31 a 50 anos320 mg

A European Food Safety Authority utiliza outra metodologia. A EFSA estabeleceu ingestão adequada de 350 mg/dia para homens adultos e 300 mg/dia para mulheres adultas. (EFSA)

E por que os rótulos brasileiros mostram 420 mg?

A Anvisa estabelece 420 mg como valor diário de referência de magnésio para adultos na rotulagem nutricional. (AnvisaLegis)

Esse valor é importante para interpretar a porcentagem de valor diário apresentada nos rótulos, mas não significa que cada homem e cada mulher, independentemente da idade ou condição fisiológica, necessariamente tenham uma necessidade individual de exatamente 420 mg.

Em outras palavras: valor de referência para rotulagem e necessidade nutricional individual são conceitos relacionados, mas não idênticos.

Onde encontrar magnésio nos alimentos?

Tigelas com sementes, castanhas, feijão, edamame, espinafre e arroz integral, alimentos naturalmente ricos em magnésio.

O magnésio está distribuído em muitos alimentos, especialmente vegetais.

Boas fontes incluem:

  • sementes;
  • castanhas e outras oleaginosas;
  • feijões e outras leguminosas;
  • verduras verde-escuras;
  • cereais integrais;
  • soja e derivados;
  • alguns laticínios;
  • determinados peixes e outros alimentos de origem animal. (ODS)

Alimentos ricos em fibras frequentemente também fornecem magnésio. O refino de cereais, por outro lado, pode remover partes do grão ricas em nutrientes e reduzir consideravelmente seu conteúdo de magnésio. (ODS)

Quanto magnésio existe em cada alimento?

Os valores abaixo são aproximados e correspondem às porções utilizadas na tabela de alimentos do NIH. A composição real pode variar conforme cultivar, processamento, preparo e marca. (ODS)

AlimentoPorçãoMagnésio aproximado
Semente de abóbora torrada28 g156 mg
Semente de chia28 g111 mg
Amêndoas torradas28 g80 mg
Espinafre cozido1/2 xícara78 mg
Castanha de caju torrada28 g74 mg
Amendoim torrado1/4 de xícara63 mg
Feijão-preto cozido1/2 xícara60 mg
Edamame cozido1/2 xícara50 mg
Pasta de amendoim2 colheres de sopa49 mg
Batata assada com cascaaproximadamente 100 g43 mg
Arroz integral cozido1/2 xícara42 mg
Banana média1 unidade32 mg
Pão integral1 fatia23 mg
Abacate em cubos1/2 xícara22 mg

Isso mostra por que não é necessário depender de um único alimento “campeão” em magnésio. A soma de diferentes fontes ao longo do dia pode contribuir substancialmente para a ingestão total.

Como consumir mais magnésio pela alimentação

Refeição com arroz integral, feijão-preto, folhas verdes, abacate e sementes de abóbora.

Uma estratégia simples é distribuir fontes do mineral entre diferentes refeições.

Você pode, por exemplo:

  • acrescentar chia ou sementes a frutas, iogurte ou aveia;
  • incluir feijão, lentilha, ervilha ou outras leguminosas regularmente;
  • consumir verduras verde-escuras;
  • substituir parte dos cereais refinados por versões integrais;
  • utilizar castanhas e amendoim em porções adequadas;
  • variar as fontes ao longo da semana.

Esse tipo de alimentação tem uma vantagem adicional: alimentos ricos em magnésio também costumam fornecer fibras, proteínas vegetais, gorduras insaturadas, vitaminas e outros minerais.

Por isso, não é correto atribuir todos os possíveis benefícios de um padrão alimentar rico nesses alimentos exclusivamente ao magnésio.

Quanto do magnésio dos alimentos é absorvido?

Segundo o NIH, aproximadamente 30% a 40% do magnésio ingerido em alimentos e bebidas é normalmente absorvido. (ODS)

Isso não significa que precisamos multiplicar a recomendação diária para compensar a parcela não absorvida. Os valores de referência nutricional já são estabelecidos considerando a fisiologia da absorção e as necessidades da população.

O que pode acontecer quando falta magnésio?

Uma deficiência sintomática causada exclusivamente por baixa ingestão alimentar é incomum em pessoas saudáveis, porque os rins ajudam a conservar magnésio quando os estoques estão baixos. (ODS)

Entretanto, ingestão inadequada por períodos prolongados ou perdas aumentadas podem reduzir o estado do mineral.

Os primeiros sinais de deficiência podem incluir:

  • perda de apetite;
  • náusea;
  • vômitos;
  • fadiga;
  • fraqueza.

Em deficiências mais acentuadas podem ocorrer:

  • formigamentos;
  • dormência;
  • contrações musculares;
  • cãibras;
  • convulsões;
  • alterações do ritmo cardíaco;
  • alterações de outros eletrólitos, como cálcio e potássio. (ODS)

É importante não fazer o caminho inverso e concluir que qualquer pessoa com cãibras ou cansaço apresenta deficiência de magnésio. Esses sintomas possuem várias possíveis causas.

Quem apresenta maior risco de inadequação?

Algumas populações merecem atenção especial.

Pessoas com doenças gastrointestinais

Diarreia crônica e má absorção associadas a doenças como doença de Crohn e doença celíaca podem contribuir para perdas ou menor absorção de magnésio.

Cirurgias que removem ou desviam partes do intestino também podem aumentar esse risco. (ODS)

Pessoas com diabetes tipo 2

Pessoas com resistência à insulina ou diabetes tipo 2 podem apresentar maiores perdas urinárias de magnésio em algumas circunstâncias. (ODS)

Isso não significa, porém, que todo indivíduo com diabetes precise tomar suplemento de magnésio.

Adultos mais velhos

Com o envelhecimento, a ingestão alimentar pode diminuir, a absorção intestinal pode ser menor e a excreção renal pode aumentar.

Além disso, pessoas mais velhas têm maior probabilidade de utilizar medicamentos capazes de alterar o estado de magnésio. (ODS)

Pessoas com dependência de álcool

Má alimentação, alterações gastrointestinais e aumento das perdas urinárias estão entre os fatores que podem contribuir para deficiência nessa população. (ODS)

Um exame de sangue mostra se está faltando magnésio?

O magnésio sérico é o exame mais utilizado, mas possui limitações.

Como menos de 1% do magnésio corporal se encontra no soro e a maior parte está dentro das células ou nos ossos, a concentração sérica não necessariamente representa com precisão os estoques totais do organismo. (ODS)

Por isso, a interpretação de uma possível deficiência pode exigir combinação de história clínica, alimentação, medicamentos, condições de saúde e exames laboratoriais.

Preciso tomar suplemento de magnésio?

Alimentos ricos em magnésio ao lado de um frasco neutro de suplemento e cápsulas sem identificação.

Para pessoas saudáveis que conseguem obter quantidades adequadas na alimentação, um suplemento não é automaticamente necessário.

A Anvisa ressalta que suplementos alimentares não substituem uma dieta saudável, equilibrada e variada e orienta que a necessidade de suplementação seja avaliada considerando fatores como alimentação e condição de saúde. (Serviços e Informações do Brasil)

Suplementos podem fazer sentido quando existe deficiência, ingestão insuficiente persistente ou alguma condição clínica que aumente a necessidade ou as perdas. A decisão é especialmente importante quando há doenças, uso regular de medicamentos ou doses elevadas envolvidas.

As diferentes formas de magnésio são iguais?

Não.

O NIH informa que a absorção varia entre diferentes sais de magnésio. Formas que se dissolvem melhor em líquidos tendem a ser absorvidas mais completamente.

Em pequenos estudos comparativos, aspartato, citrato, lactato e cloreto apresentaram maior biodisponibilidade do que óxido e sulfato. (ODS)

Isso não significa que a forma de maior absorção seja automaticamente a escolha ideal para qualquer pessoa. Motivo do uso, quantidade de magnésio elementar, tolerância gastrointestinal, medicamentos e condições clínicas também precisam ser considerados.

Magnésio demais pode fazer mal?

O excesso proveniente de alimentos dificilmente causa toxicidade em pessoas saudáveis, porque os rins conseguem eliminar o magnésio excedente.

Com suplementos e medicamentos, a situação é diferente.

Doses elevadas podem provocar:

  • diarreia;
  • náusea;
  • cólicas abdominais.

Doses extremamente altas podem causar toxicidade grave, com hipotensão, fraqueza muscular, dificuldade respiratória e alterações do ritmo cardíaco. O risco aumenta significativamente quando a função renal está comprometida. (ODS)

O limite de 350 mg significa que só podemos consumir 350 mg por dia?

Não.

Essa é uma das confusões mais comuns relacionadas ao magnésio.

O limite superior de 350 mg/dia para adultos estabelecido pelo Food and Nutrition Board aplica-se ao magnésio proveniente de suplementos e medicamentos.

Ele não inclui o magnésio naturalmente presente nos alimentos. (ODS)

Por isso, uma recomendação alimentar de 400 ou 420 mg pode coexistir perfeitamente com um limite de 350 mg para suplementação.

Magnésio pode interagir com medicamentos?

Sim.

Suplementos contendo magnésio podem reduzir a absorção de alguns medicamentos, incluindo determinados antibióticos das classes das tetraciclinas e quinolonas e medicamentos da classe dos bisfosfonatos.

Alguns diuréticos podem aumentar as perdas de magnésio. O uso prolongado de determinados inibidores da bomba de prótons também pode levar à hipomagnesemia em alguns pacientes. (ODS)

Quem utiliza medicamentos regularmente deve evitar iniciar doses elevadas de magnésio por conta própria sem avaliar possíveis interações.

Mais magnésio significa menor risco de doenças?

A resposta exige cuidado.

Estudos observacionais encontraram associações entre maior ingestão alimentar ou melhor estado de magnésio e menor ocorrência de alguns problemas cardiometabólicos. Entretanto, pessoas que consomem mais magnésio também costumam ingerir mais verduras, leguminosas, sementes, castanhas e grãos integrais.

Dessa forma, nem sempre é possível atribuir o efeito ao magnésio isoladamente. Harvard destaca justamente que os resultados dos estudos clínicos com suplementação são menos consistentes do que algumas associações observadas com padrões alimentares ricos no mineral. (The Nutrition Source)

Uma meta-análise publicada em 2025 encontrou redução da pressão arterial mais evidente em participantes com hipertensão ou hipomagnesemia, mas também identificou heterogeneidade elevada entre os estudos e não encontrou uma relação dose-resposta clara. (PubMed)

Outra meta-análise de 2025, envolvendo pessoas com diabetes tipo 2, encontrou algumas melhorias em marcadores metabólicos com suplementação. Esses resultados são relevantes para pesquisa clínica, mas não justificam transformar o magnésio em tratamento universal para glicemia, pressão ou doenças cardiovasculares. (PubMed)

A conclusão mais segura continua sendo priorizar uma alimentação que forneça magnésio suficiente e tratar suplementação terapêutica como uma decisão individual.

Conclusão

O magnésio é um mineral essencial para produção de energia, funcionamento muscular e nervoso, metabolismo da glicose, estrutura óssea e diversos outros processos fisiológicos.

Para adultos, diferentes autoridades utilizam referências que geralmente ficam entre cerca de 300 e 420 mg por dia, conforme sexo, idade e metodologia adotada. No Brasil, 420 mg é o valor diário de referência utilizado nos rótulos.

Sementes, castanhas, feijão, verduras verde-escuras e cereais integrais tornam possível obter quantidades relevantes por meio da alimentação.

Suplementos podem ser úteis em circunstâncias específicas, mas não precisam fazer parte da rotina de todas as pessoas. Mais importante do que procurar a forma de magnésio mais promovida nas redes sociais é avaliar a alimentação como um todo, identificar fatores de risco para deficiência e utilizar suplementos com critério quando realmente houver indicação.

Perguntas frequentes

Quanto magnésio devemos consumir por dia?

Depende de idade, sexo e fase da vida. Nas referências utilizadas pelo NIH, homens adultos precisam de aproximadamente 400 a 420 mg por dia e mulheres, de 310 a 320 mg. Durante a gravidez, os valores ficam geralmente entre 350 e 360 mg. A EFSA utiliza ingestões adequadas de 350 mg para homens e 300 mg para mulheres. No Brasil, 420 mg é o valor diário de referência utilizado nos rótulos, e não uma meta individual obrigatória para todas as pessoas. (ODS)

Quais alimentos têm mais magnésio?

Sementes e oleaginosas estão entre as fontes mais concentradas. Cerca de 28 g de sementes de abóbora torradas fornecem aproximadamente 156 mg, enquanto a mesma quantidade de chia fornece cerca de 111 mg. Amêndoas, castanhas de caju, amendoim, feijão-preto, espinafre cozido, arroz integral e outros grãos integrais também contribuem. Os valores podem variar conforme variedade, processamento e tamanho da porção. (ODS)

Quais são os sintomas de falta de magnésio?

Deficiência verdadeira pode provocar perda de apetite, náusea, fadiga e fraqueza. Casos mais avançados podem causar formigamento, contrações musculares, cãibras, convulsões e alterações do ritmo cardíaco. Esses sintomas, porém, não são exclusivos da deficiência de magnésio. Cãibra ou cansaço isoladamente, por exemplo, não permitem diagnosticar falta do mineral. A avaliação precisa considerar alimentação, doenças, medicamentos e, quando indicado, exames laboratoriais. (ODS)

Todo mundo precisa tomar suplemento de magnésio?

Não. Para muitas pessoas, é possível obter quantidades adequadas por meio de alimentos como sementes, castanhas, leguminosas, verduras e grãos integrais. Suplementos podem ser úteis em situações específicas, como ingestão insuficiente, deficiência ou condições que aumentem perdas, mas a necessidade deve ser avaliada individualmente. A própria Anvisa destaca que suplementos não substituem uma alimentação saudável, equilibrada e variada. (Serviços e Informações do Brasil)

Qual é o melhor tipo de magnésio em suplemento?

Não existe uma única forma que seja “a melhor” para todas as situações. A absorção varia entre os compostos. Segundo o NIH, formas mais solúveis, como citrato, cloreto, lactato e aspartato, tendem a apresentar maior biodisponibilidade do que óxido e sulfato em estudos comparativos. Entretanto, escolha, quantidade e tolerabilidade dependem do motivo do uso e das características individuais. No rótulo, é importante observar a quantidade de **magnésio elementar**, e não apenas o peso total do composto. (ODS)

Magnésio em excesso faz mal?

Magnésio proveniente de alimentos raramente causa toxicidade em pessoas com função renal normal, pois os rins eliminam o excesso. O problema é mais relevante com suplementos e alguns medicamentos. Doses elevadas podem provocar diarreia, náusea e cólicas. O limite superior norte-americano para adultos é de 350 mg por dia de magnésio proveniente de suplementos ou medicamentos — esse limite não inclui o magnésio presente naturalmente na alimentação. Pessoas com doença renal precisam de atenção especial. (ODS)

Quem apresenta maior risco de deficiência de magnésio?

O risco de inadequação é maior em pessoas com doenças gastrointestinais que prejudicam a absorção, diabetes tipo 2, dependência de álcool e em adultos mais velhos. Alguns medicamentos também podem interferir no estado de magnésio, incluindo determinados diuréticos e inibidores da bomba de prótons usados por períodos prolongados. Isso não significa que todas essas pessoas precisem de suplementação, mas pode justificar avaliação individual por profissional de saúde. (ODS)

Fontes científicas

  1. Magnesium — Fact Sheet for Health ProfessionalsNational Institutes of Health — Office of Dietary Supplements — NIH Office of Dietary Supplements — Atualizado em 6 de janeiro de 2026
  2. MagnesiumHarvard T.H. Chan School of Public Health — The Nutrition Source — Sem data de atualização claramente indicada na página consultada
  3. Scientific Opinion on Dietary Reference Values for MagnesiumEFSA Panel on Dietetic Products, Nutrition and Allergies — EFSA Journal, 13(7):4186 — 2015
  4. Instrução Normativa nº 75, de 8 de outubro de 2020Agência Nacional de Vigilância Sanitária — Anvisa — Legislação sanitária brasileira — 2020
  5. Entenda os suplementos alimentaresAgência Nacional de Vigilância Sanitária — Anvisa — Portal da Anvisa — Página institucional consultada em 2026
  6. Magnesium Supplementation and Blood Pressure: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled TrialsHypertension — Zoe Argeros e colaboradores — 2025
  7. Effect of Magnesium Supplements on Improving Glucose Control, Blood Pressure and Lipid Profile in Patients With Type 2 Diabetes Mellitus: A Systematic Review and Meta-AnalysisRevisão sistemática e meta-análise de ensaios clínicos randomizados — Nasiba Al Maqrashi e colaboradores — 2025